Ao início da tarde de hoje, no exterior do porto de mar de Viana do Castelo, já se encontrava a boia, de nove metros de diâmetro, desenvolvida pela empresa de capitais suecos CorPower.

Recorde-se que a 13 de outubro de 2022, aquando da visita do secretário de Estado do Mar, o responsável daquela empresa apontava o mês de novembro como data provável para a instalação na estrutura na Aguçadoura, na Póvoa de Varzim.

Miguel Silva dizia que o primeiro conversor de energia das ondas, com o formato de uma boia, com nove metros de diâmetro, seria colocado dentro da água, em meados de novembro, a cerca de seis quilómetros de terra, na praia da Aguçadoura [na Póvoa de Varzim].

Aquele responsável informava que à data da visita “já se encontra instalada no local a âncora que vai fixar o dispositivo e o cabo submarino elétrico que transportará a energia, desde o ponto da produção, até a uma subestação situada na praia de Barranha, na Aguçadoura”.

Segundo o responsável, o projeto de instalação dos quatro conversores representa um investimento de 16 milhões, mas sublinhou que a empresa sueca pretende continuar a “evoluir a tecnologia e, nessa altura, o investimento será diferente”.

Miguel Silva disse, na ocasião, que entre 2024 e 2025, estará concluída a instalação dos restantes três conversores de energia das ondas, prevendo uma produção de 1,2 megawatts de energia, suficiente para alimentar mil habitações, num investimento de 16 milhões de euros.