Com a decisão de ontem do Tribunal Constitucional (TC), que não aceita a lista à Assembleia Municipal de Viana do partido “Nós, Cidadãos!”, o mandatário da candidatura de Rui Martins fala do fim de um mês de uma campanha de “maledicência, intriga e calúnia”.

Jorge Nuno Sá assegura que “durante um mês aguentamos, em silêncio, insinuações, maledicências sobre aquilo que tinham sido tentativas falhadas de uma coligação e entrega de listas e processos em tribunal. Terminou ontem definitivamente e sem possibilidade de recurso”.

O mandatário financeiro garante que a decisão do TC é “definitiva, não cabe dela qualquer recurso” e assegura que o acordo de coligação entre Aliança, “Nós, Cidadãos!” e PPM foi quebrado a 30 de julho. Contudo, apresenta algumas outras datas: “no dia 28 de julho, foi constituído, formalmente, mandatário para a candidatura única do partido Nós, cidadãos!. Portanto quando reunimos a 30, já o partido Nós, Cidadãos! tinha e, de acordo com o processo em tribunal sete dos seus candidatos à Câmara Municipal e mandatário constituído”.

“Quando empregamos a palavra cidadania, e cidadão, não pode ser algo vazio tem de ser algo que se concretize e, principalmente dentro da lei”, frisa Jorge Nuno Sá.