O secretário-geral do Partido Socialista (PS) e primeiro ministro de Portugal escolheu Caminha para fazer um balanço “duro” do combate à pandemia, mas garantiu uma boa aplicação dos fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

“Tem sido duro, mas é um combate e uma dureza que não nos tiram força, nem nos tiram ânimo, pelo contrário, só nos redobram o ânimo e triplicam a força. E por isso podemos mesmo dizer: vamos ser os melhores a executar o Plano de Recuperação e Resiliência”, discursava António Costa, no encerramento do primeiro dia das Jornadas do PS, que decorrem até hoje, em Caminha.

O primeiro-ministro falou ainda do processo de vacinação e teceu elogios ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), destacando a “capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde (SNS) à pandemia e a eficácia no processo de vacinação”.

“A direita andou a falar durante quatro anos no ‘caos’ do Serviço Nacional de Saúde, mas no momento mais crítico para a saúde em Portugal foi mesmo o SNS que respondeu com a sua capacidade de resposta”, criticou António Costa.

O primeiro ministro também apontou os números do desemprego, que se situam “em 7%”. “Na anterior crise nós atingimos 18% de desempregados, nesta crise que estamos a viver nós tivemos um máximo de 8% de desempregados e estamos neste momento com 7% de desempregados, 0,1% a mais do que tínhamos antes de esta crise nos atingir”.