A Direção Geral de Saúde veio hoje a público esclarecer que o arejamento dos espaços escolares deve ser natural, sempre que não haja equipamentos tecnológicos que o permitam, e feito “durante os intervalos, garantindo a ventilação e renovação do ar interior”.

Num comunicado conjunto com a Direção-Geral da Educação (DGE) e a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEStE), lê-se que “como consta nas orientações da DGS, é permitida a utilização de ventilação mecânica de ar (sistema AVAC – Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado), por forma a garantir o conforto térmico, apesar de o arejamento (renovação do ar) dos espaços dever ser feito preferencialmente com ventilação natural”.

De acordo com as orientações para o ano letivo 2020/21 publicadas em julho pela DGS, pela DGE e pela DGEStE, “sempre que possível, e que tal não comprometa a segurança das crianças e dos alunos, devem manter-se as janelas e/ou portas abertas, de modo a permitir uma melhor circulação do ar”.