A Câmara Municipal de Ponte da Barca desenvolveu um projeto a que deu o nome de “Fronteira Segura”, pronto a implementar e que visa apoiar a Guarda Nacional Republicana no cumprimento da missão de vigilância e controlo do posto fronteiriço da Madalena, no Lindoso.

Depois desta fronteira já ter sido aberta, apesar de o Governo ter decretado o seu encerramento, no início de março, o Município de Ponte da Barca decidiu instalar meios tecnológicos para ajudar a GNR no controlo. “Este projeto, dotado de meios tecnológicos, consiste na instalação de um sistema de segurança integrado, composto por videovigilância, deteção de intrusão e sistema de intervenção de voz no local e estará ligado à GNR, permitindo, deste modo, a vigilância e o controlo remoto, libertando recursos humanos para outras ocorrências no concelho”, explica fonte da autarquia.

Em comunicado, o Município revela que o facto da mesma ter sido alvo de “violação do encerramento desta fronteira”, a população sente-se insegura. “A Câmara Municipal de Ponte da Barca, depois de reforçar a barreira de betão, tomou a iniciativa de apresentar esta proposta de colaboração à Guarda Nacional Republicana, que foi imediatamente acolhida com agrado”.

O presidente da Câmara de Ponte da Barca esclarece que “esta medida visa reforçar a confiança da população nas medidas adotadas pelo município para combater a propagação do COVID-19 no concelho de Ponte da Barca, que até este momento conta com um caso positivo, desde o início da pandemia”.

O projeto “Fronteira Segura”, cujos custos são integralmente suportados pela autarquia foi desenvolvido em parceria com uma empresa de Segurança Privada, Segurvez, e já está, neste momento, em condições de ser implementada, aguardando apenas avaliação final por parte da GNR e validação da Comissão Nacional de Proteção de Dados.