Os membros da Assembleia Municipal de Viana do Castelo visitaram, nos últimos dias, o  aterro da Resulima, instalado desde 1999, em Vila Fria, e que acolhe o lixo de Viana do castelo, Ponte de Lima, Arcos de Valdevez e Barcelos.

Rui Silva, do Conselho de Administração da Resulima, promoveu a visita guiada ao aterro inaugurado em 1999 em Vila Fria, assegurando que a empresa tem “o objetivo muito claro de cumprir as metas ambientais e prestar o melhor serviço ao munícipe”. A empresa conta com um plano de investimentos superior a 30 milhões de euros, sendo que só no novo aterro, que começou a ser construído há cerca de meio ano, serão investidos 25 milhões.

A mudança de instalações irá traduzir-se num aumento do número de postos de trabalho da empresa. Assim, nas instalações de Viana do Castelo irá reforçar-se a recolha seletiva e, apesar da selagem do aterro, continuará com o ecocentro e os ecopontos, bem como com a produção de biogás.

O novo aterro sanitário do Vale do Lima e Baixo Cávado, em construção em Barcelos, entrará em funcionamento em 2021. Recentemente, o edil vianense, José Maria Costa, revelou que 2021 é também o prazo de capacidade do atual aterro, sendo que “algumas partes já começaram a ser seladas” até à desativação total.

A nova Unidade de Valorização de Resíduos Sólidos (UVRS), na freguesia de Paradela, foi candidatada aos fundos do Norte 2020, financiada pelo Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (PO SEUR).

Na próxima sexta-feira, 28 de fevereiro, por proposta da comissão permanente da Assembleia Municipal de Viana do Castelo, será apresentado o projeto da nova UVRS e feita uma avaliação de desempenho do atual aterro.

O aterro sanitário do Vale do Lima e Baixo Cávado é gerido pela Resulima, sociedade que tem como acionistas as câmaras de Barcelos, Esposende, Viana do Castelo, Ponte de Lima, Ponte da Barca e Arcos de Valdevez (detêm 49% do capital) e a Empresa Geral do Fomento (51%).