Ao abrigo do programa ‘Bluetech Accelerator‘, os portos de Leixões e de Viana do Castelo apresentaram positivos resultados no combate às emissões poluentes – de acordo com o relatório que analisou a execução do programa, recentemente divulgado pelo Ministério do Mar, ambas as infraestruturas portuárias contribuíram para o gradual processo de descarbonização, com um corte de 13 mil toneladas de CO2.

“O relatório do impacto deste programa, que teve gestão técnica da consultora de inovação colaborativa da Beta-i, é agora divulgado e revela impactos positivos na redução da pegada de carbono (por exemplo, redução de 13 mil toneladas emissões de carbono no negócio da APDL – Portos de Leixões e de Viana do Castelo ou até 40% para clientes da startupBizcargo)”, indicou a tutela, citando dados do relatório do impacto do programa.

Em reação a estes resultados positivos, Nuno Araújo, presidente do Conselho de Administração da APDL (que tutela ambos os portos em questão), elogiou o «impacto muito positivo» deste processo na «descarbonização» que vem sendo implementada no negócio portuário, e que tem sido, aliás, bandeira da administração portuária por si liderada. «Os Portos de Leixões e Viana do Castelo e a Via Navegável do Douro contribuíram com a redução de 13 mil toneladas de CO2, através do programa ‘Bluetech Accelerator’», enfatizou, dando destaque à notícia.

Para Nuno Araújo, que abordou o tema nas redes sociais, este trata-se de “um impacto muito positivo no processo de descarbonização que vem sendo dinamizado nestas unidades de negócio, que faz parte de uma estratégia mais ampla da APDL, que pretende reduzir a sua pegada ambiental, tornando as infraestruturas mais sustentáveis e colaborando nos objetivos nacionais e europeus da neutralidade carbónica”.