Não é uma calamidade morrer sem ter realizado os sonhos, mas é uma calamidade não sonhar… Não é uma desgraça não tentar alcançar as estrelas, mas é uma desgraça não ter estrelas para alcançar.

Tenho sonhado, ao longo da vida, sonhos que permaneceram comigo até hoje e que mudaram as minhas ideias: Têm passado por mim como o vinho pela água, alterando a cor da minha alma.

Quero, ao compreender-me, compreender os outros. Quero ser tudo aquilo em que for capaz de me transformar. Quem se deixa ir ao sabor da corrente, quem não se rege de acordo com princípios elevados, quem não tem ideal nem convicções—tal pessoa é uma coisa que se move em vez de um ser vivente—um eco, não uma voz.

De todas as vezes que não sigo a minha voz interior, tenho um sentimento de perda de energia e de poder, um sentimento de morte espiritual.

Busco aquela particular atitude mental que me faz sentir viva, de forma profunda e vital, com a qual aparece a minha voz interior que me diz: “Este é o meu verdadeiro eu” …Quando tiver encontrado essa voz, vou segui-la.

O segredo de viver está em encontrar um eixo, o eixo de um conceito sobre o qual me posso apoiar.

O que é genuíno e verdadeiro não muda.

Ainda é bom ser honesto e de confiança; dar o melhor de nós; ser feliz com coisas simples; e ter coragem quando tudo corre mal.

A altura das minhas realizações é proporcional á profundidade das minhas convicções.

Estamos aqui tão brevemente! Gozemos o momento que passa. Esta é a nossa hora—Toda a glória do universo nos pertence.

FCF – Filomena Costa Freitas