Não sabendo eu todo o conteúdo semântico da palavra Fatalismo (sina, fado, destino, etc.), aceito como certo haver influência causa-efeito em todos ou quase todos os eventos do comportamento humano…
Baseado nesta convicção geral assenta o adágio popular “mais vale prevenir do que remediar “… Doença prevenida custa muito menos do que doença remediada… Assim se compreende melhor o significado de: – quem está de pé – veja não caia; prudência e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém; quem quer mais do que convém – perde o que quer e perde o que tem; antes que cases, vê o que fazes ; ó ai! se eu sabia – vem sempre atrasado; há coisas em que se vive melhor sem nada, do que com pouco; resistir ao princípio, é grande sabedoria; o meu mal foi começar sem prevenir cautelosamente…
Muitos destes desabafos e outros similares podem ouvir-se em camas de hospitais, celas de prisões, convívios sociais, seios familiares, conversas entre amigos…
A sociedade tem que prevenir preocupando-se com o combate ao Mal, atacando-o na sua raiz… Levar as Pessoas a pensar antes de agirem… A Educação deve ser um código de prevenção, apontando metas, mas escolhendo as rotas mais seguras para serem atingidas…
Facilidades em demasia não podem evitar abismos lastimáveis…

Humildade mais do que Arrogância gera mais louros do que arrependimentos tardios… A fuga das ocasiões perigosas é mais valentia do que fraqueza… Quanto mais alto for o edifício, mais fundos e firmes se exigem os ali­cerces, mesmo sem pensarmos em sismos, cataclismos, etc…

Todos estas pensamentos deveriam nortear a conduta humana… Homem que não se domina a si mesmo, já desde o princípio, facilmente se trans­formará em tirano indomável, seu e dos outros…

Quanta mais prevenção, tanto menos remédios… Prevenir é muito melhor do que remediar…

Foto: UMI