Meu santo Homem a quem chamo Pai
som que se esvai em névoa e nostalgia…!
és o meu Herói, no pedestal do peito,
que mais enfeito, quando morre o dia …!

Tuas pegadas, onde ponho os pés,
quebram marés em fúrias de matar…!
doces conselhos, que de ti escutei,
são doce lei, que sempre hei-de acatar…!

Deus te abençoe, ó meu santo “velhinho”,
nesse cantinho morno do teu Lar…!
que eu saiba ler, em forma de oração,
esta canção que fiz, p`ra te louvar.

Meu fiel amigo;
chorando, eu te digo
jamais esquecer
teu conselho terno,
que, no meu inverno,
é fogão a arder…!!!