A nossa Diocese chorou e entristeceu

Com a brutal noticia que depressa correu

Com a inesperada interrupção do caminho

Que trazia D. Anacleto de volta ao seu Minho.

Em tempos de medos e de loucas incertezas

De caminhos que nos guardam tristes surpresas

Temos que ter muito cuidado e sangue quente

O menor gesto de desatenção é o fim de tanta gente.

  1. Anacleto de Oliveira mostrou-nos um lado da vida

Que em vez de alegre chegada é dolorosa partida

Que Deus nos ajude e nos dê saúde e algum juízo

Pois, sem darmos por isso, regressamos ao Paraiso.

Deus está sempre connosco.  O Tempo é que não.

Bem haja, D. Anacleto, pelo bom Tempo que nos deu.

 

J. A. Lima de Carvalho