* Cerca de 40% da população portuguesa sofre de dor crónica;  * Campanha “Movimento para o Futuro” pretende incentivar o movimento como forma de prevenção e tratamento de estados de dor ligeira a moderada

Em pessoas com dor crónica, a prática de exercício físico, personalizado e acompanhado é benéfica tanto do ponto de vista físico como emocional. Cabe ao médico medir o tipo, a intensidade e duração dos exercícios de acordo com as necessidades, diagnóstico e tolerância do doente.
A Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED) lembra a importância da atividade física na maioria das condições álgicas músculo-esqueléticas, incluindo cervicalgias, osteoartrite, artrite reumatoide, fibromialgia, dor miosfacial e lombalgia.
Segundo a Dra. Ana Pedro, Presidente da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED), “No alívio dos diversos tipos de dor, a manutenção da mobilidade desempenha um papel de grande importância.
Importa reforçar que a adoção de um estilo de vida saudável, como uma simples caminhada, o fortalecimento dos músculos e das articulações, sempre na medida permitida pela dor, são a chave para uma boa recuperação.”
Independentemente da idade, género ou capacidade física, os benefícios de um estilo de vida ativo para a saúde são indiscutíveis, e o ponto de partida para o seu controlo eficaz passa pela prevenção. A atividade física permite manter os músculos, as articulações e os ossos saudáveis, ao mesmo tempo que aumenta a força, a resistência, a energia, diminui o stress e melhora a saúde mental.

APED – Associação Portuguesa para o Estudo da Dor

(Imagem 1: “dor.com.pt” | Imagem 2: “Personal Physio”)