Desde há muitos anos que a nível internacional mais precisamente pela OMS (Organização Mundial de Saúde) foi recomendado que, para combater a industrialização tóxica que nos tem vindo a perturbar cada vez mais a sustentabilidade ecológica do nosso planeta, sejam escolhidos, em primeira instância e se for do alcance das terapêuticas não convencionais, caminhos terapêuticos eficazes que ajudem ser humanos e outros demais animais. Esta é uma missão de consciencialização humana que deve ser incutida desde cedo para que o nosso próximo futuro seja cada vez melhor. Como qualquer ato de mudança, por vezes, a falta de informação ou desinformação com objetivos puramente político-económicos fazem ultrapassar e esquecer a verdadeira essência da sobrevivência da nossa espécie.
Não podemos esquecer que somos seres racionais! É nossa obrigação ter um ato de consciência e responsabilidade sobre o futuro e como podemos tornar a nossa descendência, sustentável e ecologicamente viável.

Para que o cidadão português fique esclarecido, desde 2 de setembro de 2013 que foram reconhecidas como Terapêuticas Não Convencionais a acupuntura, medicinal tradicional chinesa, fitoterapia, homeopatia, osteopatia, naturopatia e quiropraxia (Lei n.º71/2013). Esta mesma lei determina que, para se exercer estas profissões, é obrigatório que todos os profissionais se candidatem à cédula profissional respeitante às suas formações académicas, garantindo assim homogeneidade da classe e segurança pública nesta área de saúde. Em análise de quase dois anos desde que existe esta obrigação legal, tem sido bastante gratificante o reconhecimento da população portuguesa (e não só) que recorre todos os dias a estes métodos terapêuticos que são eficazmente capazes de apresentar soluções e resoluções que por vezes a medicina convencional não apresenta. Não vamos esquecer o mais importante, a saúde dos portugueses! Desde muito cedo aprendemos que a união faz a força e a nossa preocupação vai de encontro a um segmento da população que não tem a hipótese de recorrer a estas terapêuticas por só se encontrarem maioritariamente no serviço privado. Seria muito pouco democrático se não existisse uma voz do utente de saúde sobre por qual forma terapêutica este deseja optar. Aos amantes do conhecimento científico e das estatísticas governamentais, poderemos afirmar que países bem mais desenvolvidos que Portugal estão a optar por seguir as recomendações da OMS, pois para além de eficazmente ecológicas, evitam gastos económicos gigantescos na saúde pública.

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“Petição a favor da inclusão das TNC- Terapêuticas Não Convencionais, no SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE”

Especialista em Acupuntura
e Medicina Chinesa
Membro da APPA (Associação Portuguesa dos Profissionais
de Acupuntura)

Foto: Renascença