Viana do Castelo

Auto Viação Feirense vence concurso dos transportes do Alto Minho
A Auto Viação Feirense foi a empresa selecionada para garantir a operação da rede regional de transportes públicos do Alto...
Regional

Nova temporada do KAAMinho leva teatro para diferentes gerações a Caminha e Vila Praia de Âncora
Entre 27 de setembro e 29 de novembro, a Krisálida apresenta quatro espetáculos dirigidos a famílias, jovens e adultos, numa...
Desporto

Ciclista Diogo Graça representa a Seleção Nacional no Campeonato do Mundo de Maratona BTT
O ciclista Diogo Graça, atleta do Bombos S. Sebastião, sediado em Darque, vai representar a Seleção Nacional no Campeonato do...
Afife Alvarães Amonde Areosa Barroselas Cardielos Carreço Carvoeiro Castelo do Neiva Chafé Darque Deão Deocriste Freixieiro de Soutelo Geraz do Lima Lanheses Mazarefes Meadela Montaria Mujães Neiva Nogueira Outeiro Perre Portela Susã Santa Marta de Portuzelo Serreleis Subportela Torre Vila de Punhe Vila Franca Vila Fria Vila Mou Vila Nova de Anha Vilar de Murteda
Região
Opinião Opinião Opinião Opinião Opinião
Opinião
Passado e futuro da cerâmica de Viana
Na tarde do passado dia 14, os vianenses foram presenteados com a abertura da exposição de “Cerâmica Artística Vianense, desde 1774”, no Museu de Artes Decorativas. Hugo Sá Lima (HSL), empresário, designer de joalharia em filigrana e destacado colecionador e investigador da cerâmica produzida em Viana ao longo do século passado, surpreendeu-nos – a nós, que há muito o conhecemos, … Acesso exclusivo a assinantes Já é Assinante? Inicie sessão Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos Navegação sem publicidade Versão digital do jornal Se ainda não é Assinante Assine Já
A violência
Neste momento com a violência de novo no palco, iluminando o mundo, para poder ser gozada ao vivo, que sentido tem ainda esse fazer obscuro, enigmático, ao mesmo tempo inútil e sublime, que nós continuamos a chamar POESIA? A poesia é apenas o Homem resistindo à tentação de se deixar silenciar pelo que o nega e se sobrepõe à sua … Acesso exclusivo a assinantes Já é Assinante? Inicie sessão Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos Navegação sem publicidade Versão digital do jornal Se ainda não é Assinante Assine Já
Os homens e as suas medidas
Lembra-nos os “Apólogos Dialogais”, de D. Francisco Manuel de Melo, uma grande verdade, mas poucas vezes dita: andava em alvoroço e sobressaltada a gente alojada nas costas do Reino, porque havia misero pirata que infestava a costa macedónica com duas pequenas barcas movido a remos. Até que janízaros o arrastaram à presença do Grande Alexandre. Na presença de Sua Majestade, … Acesso exclusivo a assinantes Já é Assinante? Inicie sessão Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos Navegação sem publicidade Versão digital do jornal Se ainda não é Assinante Assine Já
Palavras estranguladas
Mal-aventurada palavra bem-aventurada palavra espetaculosa ou mal-entendida repentina abandonada terrosa ou etérea. Penoso viver do lado direito com obtuso cérebro que irradia uma luz cor-de-rosa de banal bom-senso ridícula religiosa e fria estranho conúbio de cálculo e histeria. Do lado esquerdo vestígios de terra seca retocados de sol e água húmida palavra secreta transição da estreiteza da vida para a … Acesso exclusivo a assinantes Já é Assinante? Inicie sessão Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos Navegação sem publicidade Versão digital do jornal Se ainda não é Assinante Assine Já
Cláudia Constanzo: A fotografia sempre foi a sua ferramenta principal
Subir à Serra d’Arga a meados do mês de julho para assistir à abertura da “Arte na Leira” é um ritual que se repete há vinte e oito anos e que atrai cada vez mais público. Entre artistas convidados, amigos, figuras públicas e população local, são muitos os que fazem questão de visitar o conceituado pintor Mário Rocha, mentor deste … Acesso exclusivo a assinantes Já é Assinante? Inicie sessão Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos Navegação sem publicidade Versão digital do jornal Se ainda não é Assinante Assine Já
Flores ao mar
As flores dadas ao mar De Viana, no próprio dia, São lágrimas, sem chorar, Das mulheres da Agonia! E o mar devolve, dorido, Esta dádiva imerecida, Espalhando flores e sal Pondo a Ribeira florida! E todas as vidas perdidas No mar a causar tanta dor Foram assim redimidas Em sortilégio de amor! Acesso exclusivo a assinantes Já é Assinante? Inicie sessão Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos Navegação sem publicidade Versão digital do jornal Se ainda não é Assinante Assine Já











