António Viana partiu. Se pudesse, de sorriso nos lábios, dir-nos-ia para não ficarmos tristes e que do outro lado nos esperaria para nos abraçar de novo. Mas recomendaria, ainda, que não tivéssemos pressa e, enquanto por cá andássemos, fossemos permanentemente solidários com todos e em tudo. Cidadão de esmerada educação, conversador afável e elegante na […]
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