A segunda edição do Festival de Teatro de Viana termina no domingo com a peça “La Tortilla de mi madre” da companhia Peripécia Teatro. Iniciado no sábado passado, passam pelo Teatro Sá de Miranda 11 espetáculos de companhias nacionais e espanholas. Hoje, sexta-feira, sobe ao palco a Companhia de Teatro de Braga.

O festival assume-se como uma celebração do teatro, acessível a todos os públicos, apresentando obras de companhias como O Teatrão, Companhia de Teatro de Almada, Companhia de Teatro de Braga, Teatro das Beiras, Tranvía Teatro, de Saragoça, Ensemble – Sociedade de Actores, Peripécia Teatro e Teatro e Marionetas de Mandrágora.

A programação do festival inclui o Digestivo – Conversas pós-espetáculo entre artistas, intérpretes e públicos, que vão acontecer imediatamente depois de cada um dos espetáculos. No último dia, 18 de novembro, pelas 17h00, será apresentada a peça “O Autómato”, dedicada ao público infanto-juvenil, na mais recente criação do Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana.

A iniciativa “Ver Com as Mãos” acontece antes do início de cada peça de teatro e, através deste projeto, os espetadores com baixa visão ou cegueira farão o reconhecimento sensorial da cenografia. Todos os espetáculos têm também tradução em língua gestual portuguesa.

“A Antiga Mulher” será apresentada pela Companhia de Teatro de Braga no dia 15, às 21h30. No dia 16, às 21h30, “Elisa e Marcela” é o nome da peça apresentada pela A Panadaría Centro Dramático Galego.

“A Grande Vaga de Frio” sobe ao palco no Sábado, dia 17, às 21h30 e no domingo há dois espetáculos. Às 17h, “O Automato” e às 21h30 a “La tortilla de mi madre”.

 

Fotos da peça “Eu, Salazar”