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Os trabalhadores do setor público da saúde iniciaram esta quarta-feira uma greve nacional de dois dias. A greve abrange trabalhadores da saúde, exceto médicos e enfermeiros, dos serviços tutelados pelo Ministério da Saúde, como hospitais ou centros de saúde. O protesto pretende exigir a aplicação do regime trabalho semanal idêntico ao regime geral da função pública, como a aplicação da ADSE, horário de trabalho semanal de 35 horas e progressões na carreira. Reivindicam um acordo coletivo de trabalho para os trabalhadores com contrato individual de trabalho.

Segundo o que nos referiu uma fonte sindical, na área da ULSAM (distrito de Viana do Castelo), a adesão andará pelos 90% das três centenas de trabalhadores abrangidos por esta situação. Implicou ontem o encerramento de algumas unidades de saúde, como o USF Gil Eannes, e afetou o funcionamento de outras.

A iniciativa mobilizou trabalhadores afetos ao sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (SINTAP) e de Entidades com Fins Públicos e da Associação Sindical do Pessoal Administrativo da Saúde (ASPAS). A paralisação começou quarta-feira às 00h00 e prolonga-se até às 24h00 de hoje, quinta-feira.