O ministro da Educação visitou, esta sábado, as obras de requalificação da Escola EB 2.3 Frei Bartolomeu dos Mártires. Na ocasião, referindo-se ao investimento que está a ser efetuado nesta unidade de ensino, apresentou-o como “emblemático” do que é importante para o Governo, o “trabalhar para que cada aluno possa dar o máximo”.

A obra, no valor global de 5.3 milhões de euros financiados pelo Norte 2020, foi alvo de um acordo de colaboração entre a autarquia e a tutela da Educação, garantindo o financiamento nacional para avançar com a qualificação da escola.

Tiago Brandão Rodrigues enfatizou, nesse sentido, a necessidade de assegurar “a equidade e o sucesso escolar em contextos socioeconómicos diferentes, independentemente do aluno estar numa aldeia do Alto Minho ou num bairro da grande Lisboa”.

As obras iniciaram-se em agosto último, sendo o prazo de execução estimado em 18 meses. De acordo com o edil José Mª Costa, o primeiro bloco deverá estar pronto até final deste este ano, enquanto a totalidade da obra só durante o ano letivo 2019/2020.

O projeto aponta para a criação de um edifício principal, a requalificação do piso nos campos de jogos, a requalificação dos espaços existentes, dois edifícios que serão mantidos e qualificados e um pavilhão desportivo e edifício técnico. Estão previstas 28 salas de aula, sendo 19 salas normais, um gabinete de educação especial, uma sala de música, uma sala de informática, um laboratório de ciências, um laboratório de física e química, uma sala de EV e duas de EV/ET.

Conforme o edil já tinha adiantado ainda antes das obras se iniciarem, estas decorrem faseadamente, a fim de criar a menor perturbação possível nas mais de seis centenas de alunos que frequentam a escola. “A relocalização total dos alunos, durante a intervenção, foi uma das soluções colocadas aos pais e encarregados de educação que optaram por manter as aulas no edifício em obras”.

LABORATÓRIO DE COMUNICAÇÃO E CIÊNCIA

No dia anterior, Tiago Brandão Rodrigues esteve na Escola Secundária de Monserrate, onde inaugurou o Laboratório de Comunicação e Ciência, que integra aquela que é a primeira Rede Escolar de Ciência e de Apoio à Investigação Científica do país.

O governante visitou as instalações da escola, contactou com professores e reuniu com a comunidade escolar, num dia marcado pela inauguração de um dos laboratórios criados no âmbito desta rede, que juntará 30 investigadores para apoio de cerca de 3 mil alunos de Viana do Castelo, num investimento de 120 mil euros.

A Rede, aposta da Câmara Municipal, é constituída por sete unidades laboratoriais instaladas nas escolas sede de agrupamento.